Imagem
Arte de banner, post, fachada, adesivo. Sai em 4K e chega como documento, sem a compressão que estraga arquivo de impressão.
Imagem, vídeo, música e voz — feitos por inteligência artificial e entregues na conversa. Você manda uma mensagem e deixa a nossa IA trabalhar — e paga só pelo que criar. Ou monta você mesmo no Quadro, com a mesma conta e o mesmo crédito.

Você pede do jeito que falaria com um funcionário. A IA entende, cria e devolve o arquivo pronto ali mesmo — em qualidade de trabalho, não de print de tela. Você não precisa saber qual inteligência usar para cada coisa: a gente testa, escolhe a melhor de cada tipo e manda o seu pedido para ela.
Arte de banner, post, fachada, adesivo. Sai em 4K e chega como documento, sem a compressão que estraga arquivo de impressão.
Vídeo curto para story, anúncio ou vitrine, gerado a partir do que você descreveu — ou animando uma imagem que você já tem. Tem 1080p, 4K e a versão cinema.
Trilha para o seu vídeo, jingle da loja ou música personalizada de presente, com letra feita em cima da sua história.
Locução natural em português para vídeo, propaganda de rádio, chamada de loja ou áudio de atendimento.
Nada aqui é banco de imagem nem exemplo de fabricante. É tudo saída real da nossa IA, gerada para esta página, do mesmo jeito que sai para você na conversa.
O pedido foi: “banner de pizzaria, delivery até onze da noite”. Voltou assim — com o texto acentuado certo, a arte sangrando até a borda, sem moldura e sem borda branca. Dá para mandar para a máquina do jeito que está.
Além da arte, a Ultra-V IA compõe e canta a música da sua loja — com o seu nome, o seu horário, o seu jeito de falar. Serve para o rádio do bairro, para o story, para tocar dentro da loja e para o vídeo que você vai postar.
“Pizza na pedra, massa artesanal / Sai quentinha do forno, sabor sem igual… Delivery até as vinte e três!”
Homenagem de família, jingle de loja, música de campanha e trilha instrumental — tudo pedido em uma conversa, como você faria.
Quando você manda a IA fazer imagem, movimento, voz e trilha tudo de uma vez, ela erra em algum: mão com seis dedos, boca fora de sincronia, letra torta. Pedindo uma coisa de cada vez, cada ferramenta faz o que faz de melhor — e o resultado sai limpo.
Você junta os três no CapCut e tem um vídeo pronto para postar. Arrasta o áudio por cima, arrasta a música embaixo, ajusta o volume. Menos de um minuto, no próprio celular, sem computador e sem programa pago.
E separado você ganha controle: troca a narração sem refazer o vídeo, usa a mesma trilha em três peças, corta dois segundos que não gostou. Mais trabalho para a máquina, menos dor de cabeça para você.
Esta é a arte parada — nenhum movimento, nenhum vídeo. Junto dela vieram a narração e a trilha, geradas do mesmo pedido.
play em qualquer um = os dois juntos 1 · a narração, com o gancho no começo 2 · a trilha de fundoVocê joga a imagem no CapCut, arrasta os dois áudios por cima e exporta. Sai um Reels de imagem parada com locução e música — que é o formato que mais roda em anúncio de promoção, porque o texto fica parado e legível a tela inteira, do primeiro ao último segundo.
E é o caminho mais seguro quando a peça tem texto: a imagem não se move, então não tem como o movimento entortar uma letra.
Como isso foi pedido: em uma frase, do jeito que você falaria no WhatsApp — “arte de inauguração de loja, azul e magenta, para banner de 2 metros”, depois “faz um vídeo disso”, “faz uma trilha animada” e “agora um vertical só da etiqueta girando na luz”. O resto é com a gente.
Todo mundo hoje consegue gerar uma imagem. O que quase ninguém consegue é pedir direito — e é aí que a peça nasce torta.
Olha estas duas. Mesma inteligência, mesmo dia, mesmo tema. A única diferença está no pedido que a gente escreveu.
ATE 50% OFF, sem acento. E foi exatamente isso que ela
imprimiu: ATE. A IA não errou — ela obedeceu.
E tem um detalhe que quase ninguém pensa em pedir: de frente.
Peça a qualquer inteligência artificial uma foto do seu produto e ela devolve uma foto bonita — de canto, de cima, deitada na mesa, com uma xícara de café do lado. Fica linda no Pinterest e não serve para você: em perspectiva a tipografia inclina, a proporção mente e você não consegue avaliar a arte que vai mandar para a máquina.
Toda peça que a Ultra-V IA devolve vem de frente, reta e inteira — o mesmo enquadramento de uma prova de impressão. Não é escolha de gosto: é para você conseguir conferir a arte, e para a gráfica conseguir reproduzir aquilo.
Camiseta, lona, cerâmica, papel — o suporte muda, a regra não. A peça aparece de frente, inteira e sem corte, com o texto legível do jeito que vai ser impresso.
É por isso que a Ultra-V IA não é “um site de gerar imagem”. Entre o que você fala no WhatsApp e o que a máquina recebe, entra o comando escrito por quem passa o dia vendo peça sair da impressora: proporção certa, sangria, acento, a margem que vai virar bainha, o centro reservado para o texto.
Você fala português. A gente traduz para a máquina. É esse o serviço — e é ele que separa uma arte que a gráfica imprime de uma imagem que só serve para olhar na tela.
Enquanto você lia, a Ultra-V IA cresceu. Agora dá para conversar com ela: em ia.ultravprint.com.br você escreve — ou fala no microfone — o que precisa, e ela pergunta o que falta, pede a sua logo e cria a peça. E o Quadro continua lá: a mesa de trabalho onde você arrasta a peça, escreve o pedido e liga uma na outra, no computador ou no celular, com o mesmo WhatsApp e o mesmo crédito. A primeira imagem é por conta da casa.
Diga o que você precisa, do seu jeito — escrevendo ou falando no microfone. Ela não vende nada de primeira: entende a peça, pergunta a medida e o que vai escrito, pede a sua logo pelo clipe, e só então aparece o Criar agora: a arte nasce pronta no Quadro, com a logo no lugar. Se for coisa que a gente imprime, o caminho da gráfica vem junto. Conversa de verdade, no motor do ChatGPT.
Entrou, gerou a primeira imagem, não pagou nada. Vale uma peça de imagem por conta — para você ver com os seus olhos antes de comprar crédito.
Escreva a mensagem do seu jeito e ela volta pronta para copiar no WhatsApp: sem erro, no tom certo, do tamanho certo. Não gasta crédito. Em Ferramentas úteis.
Manda o vídeo, leva o MP3. O áudio sai no seu próprio navegador — o vídeo nem chega a subir. Serve para tirar a trilha de um reel, guardar uma fala, ou seguir direto para o Separar voz e instrumental.
Oito ferramentas gratuitas para conseguir a foto, o vídeo e a informação que faltam antes de você criar — cada uma com um play explicando e o botão que leva ao produto daqui que continua o trabalho.
O mais solto de todos: você descreve a imagem e ela sai. Ele roda no motor que escreve texto direito, então o que você pedir por escrito sai escrito, com acento — e a sua logo pode entrar na peça do jeito que é, sem redesenhar. Diga a medida em centímetros e o formato sai certo.
Manda o áudio e ele volta em duas faixas: a voz de um lado, a base do outro. Serve para karaokê, para tirar a locução de cima de uma trilha ou para reaproveitar a base numa peça nova. Se quiser, ele separa instrumento por instrumento.
O que mais vendeu no TikTok nos últimos 28 dias, com nicho, unidades e faturamento. Cada caso abre a fala do vídeo campeão, o porquê de ter viralizado e roteiros virais já traduzidos para o seu produto. Ler não custa nada: você paga só se mandar gerar.
Cortar, juntar, legendar e trocar a trilha do vídeo, dentro do Quadro. Está em construção — por enquanto a casa gera o vídeo, a locução e a trilha, e junta tudo no post pronto.
A corrente inteira num pedido só: nasce a imagem, dela sai o vídeo, do vídeo a locução, depois a trilha — e no fim junta tudo num arquivo pronto para postar.
O anúncio inteiro: sete imagens, título dentro do limite, descrição para quem pesquisa, ficha de especificações e a dica de NCM. Mercado Livre e Shopee.
Manda a foto que você já tem e ela ganha movimento: a luz corre no material, o produto gira devagar — e sai idêntico ao da foto.
No formato certo de cada rede, sem você saber de medida. Um post único ou um carrossel de cinco.
Vinco, rasgo, mancha, mofo, cor desbotada. A foto antiga volta inteira — e o rosto de quem está nela continua o mesmo.
A foto pequena volta grande e nítida, pronta para imprimir. Nada é inventado: o que já estava lá é reconstruído.
Duas fotos viram uma cena só: você e a pessoa com quem quer aparecer, lado a lado, com a luz batendo igual nas duas.
Não tem onde fotografar nem quem posar? Escolhe o lugar e quem aparece — ou sobe o seu próprio ambiente e o seu rosto.
Vinte e dois pedidos que já deram certo, por ramo de negócio. Cada um mostra o vídeo do que ele produz — imagem, movimento, locução e trilha, montados num arquivo só. Escolhe o que serve para você, clica em usar e o formulário abre preenchido. Arraste para o lado e aperte o play.
Quatro passos, e nenhum deles é aprender uma ferramenta nova. A sua conta é o seu WhatsApp — o mesmo número e o mesmo saldo, peça você de onde pedir.
Em ia.ultravprint.com.br você digita o seu número. Um código de seis dígitos chega na conversa, você escreve o código e está dentro. Sem senha para inventar nem para esquecer.
Escolhe o pacote e toca em pagar: o QR do PIX aparece na tela, você paga e o crédito entra na conta sozinho, na hora. Sem mensalidade e sem prazo para usar.
No Quadro você escolhe o tema — imagem, vídeo, som —, arrasta o produto para dentro (no celular é um toque), escreve o que quer com as suas palavras e toca em Gerar. O preço aparece no botão antes de começar.
A peça aparece ao lado em poucos minutos, pronta para baixar. Dela sai o fio para a próxima: a imagem vira vídeo, o vídeo vira locução, e no fim junta tudo num post. O crédito só é descontado quando a peça fica pronta — peça que falhou não é cobrada.
Prefere não abrir nada? Continua valendo pelo WhatsApp: salva o contato, manda ultra-v ia e peça por lá, escrito ou por áudio — mesma conta, mesmo crédito, e a peça volta na conversa como arquivo.
Funciona como ficha de fliperama: você compra um punhado de créditos e vai gastando no que precisar — hoje uma arte, amanhã um vídeo, semana que vem uma música. Sem mensalidade e sem prazo para usar.
Só para você ter ideia do que dá para fazer com os créditos. Não precisa decorar nada: antes de criar, a gente sempre avisa quanto custa.
A sua conta é o seu WhatsApp — o mesmo número nos dois lados. Ela guarda o seu saldo de créditos e tudo o que você já criou, venha o pedido da conversa ou do Quadro. Não tem senha para inventar nem para esquecer.
Primeira vez? O caminho é o mesmo: depois do número, a Ultra-V IA pede o seu nome e um email — uma vez só, para abrir a conta e mandar o recibo das recargas.
Entrar com o meu WhatsAppO código é só seu: ninguém da Ultra-V vai pedir ele. Se alguém pedir o seu código por mensagem, não é a gente.
Nada. Se você já tem WhatsApp, já tem tudo. A Ultra-V IA é um contato na sua agenda — você conversa com ela como conversa com qualquer pessoa.
Não, e é esse o ponto. Você fala o que quer com as suas palavras — até por áudio. Quem traduz aquilo em comando técnico é a IA, com o jeito de quem trabalha com produção gráfica há duas décadas.
Você pede de novo na mesma conversa, dizendo o que mudar. Vale lembrar que a nova criação vem diferente, não corrigida: o modelo desenha de novo, ele não conserta a anterior.
A melhor de cada tipo, e isso muda toda hora — esse mercado se mexe todo mês. Em vez de prender você a uma ferramenta só, a gente testa as que aparecem e manda o seu pedido para a que está entregando melhor naquilo: uma é boa em imagem para impressão, outra em movimento, outra em voz. Você paga uma vez e recebe o melhor resultado; a briga de qual modelo usar é nossa, não sua.
Acontece, e a gente prefere avisar antes: IA de vídeo às vezes tropeça num detalhe — uma mão estranha, uma letra torta, meio segundo esquisito no fim. Duas coisas resolvem. Primeiro, o vídeo chega como arquivo, não como link: já está salvo no seu celular, pronto para usar. Segundo, na maioria dos casos um corte de dois segundos no CapCut resolve — dá para fazer no próprio telefone, na hora, sem computador e sem esperar ninguém. E se preferir, é só pedir outro na conversa.
São. O que a IA cria para você é seu, para usar como quiser — imprimir aqui, imprimir em outro lugar, publicar, anunciar.
Porque o WhatsApp comprime tudo que vai como foto, e isso arruína arquivo de impressão. Enviado como documento, o arquivo chega do tamanho original.
A Ultra-V Print, gráfica de grande formato no Rio de Janeiro. A IA é nova; a experiência de saber o que imprime bem, não.

Diz o que você precisa. A gente cria.